| Município de Dores de Campos | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 17 de dezembro de 1938 | ||||
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| Fundação | 1717 | ||||
| Gentílico | dorense | ||||
| Lema | É tempo de EVOLUIR. | ||||
| Prefeito(a) | Ilídio Antônio de Melo Neto (PMDB) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Minas Gerais | ||||
| Mesorregião | Campo das Vertentes IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | São João Del Rei IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Prados, Carandaí, Barroso, Tiradentes. | ||||
| Distância até a capital | 220 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 127,3 km² | ||||
| População | 9.821 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 71,9 hab./km² | ||||
| Altitude | 926 m | ||||
| Clima | Tropical de altitude Cwa | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,760 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 69,175 mil IBGE/2007 | ||||
| PIB per capita | R$ 7.597,00 IBGE/2007 | ||||
Dores de Campos é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Fica cerca de 40 km de São João Del Rei via BR-265.
Na época que ainda era um pequeno povoado chamado Povoado do Patusca, os tropeiros amarravam os cavalos em um tronco para almoçar e descansar os seus animais, onde futuramente nasceu neste mesmo local a denominada “Figueira Encantada”. Este nome foi dado por historiadores uma vez que este mourão que amarravam-se os animais não tinha vida alguma e posterior a isso nasce deste mourão uma Bela Figueira.
Assim como suas cidades vizinhas, Dores de Campos faz parte da rota Estrada Real e Trilha dos Inconfidentes.
Índice |
No século XVII e XVIII, os Bandeirantes passaram por estas terras procurando por ouro. Não encontrando, eles foram para outras regiões (Tiradentes, São João del-Rei).
Em princípios do século XIX, Bernardo Francisco da Silva, adquiriu uma grande extensão destas terras, nas margens do "Ribeirão do Patusca", visando a exploração da agropecuária e veio a ser o fundador do povoado do Patusca (Patusca: no dicionário da língua portuguesa, quer dizer festas. A denominação Ribeirão do Patusca veio de um Sr. Português, que tinha uma pousada em sua margem a 4Km deste lugar e que fazia festejos para os viajantes, que por lá passavam, daí, a denominação do Ribeirão do Patusca). O Sr. Bernardo teve filhos e estes se casaram e construíram quatro casas de pau-a-pique, formando assim, o embrião do nascimento da cidade de Dores de Campos. Os filhos do Sr. Bernardo introduziram o trabalho variado no lugar em formação. Destas cinco famílias e com o aparecimento de pessoas que por aqui chegaram e aqui permaneceram, deu-se o início a um aumento de residências que logo passou a se chamar de Vilarejo do Patusca, por causa do Ribeirão do Patusca.
A região do Povoado do Patusca pertencia ao Município de Tiradentes. Com a construção da capela de Nossa Senhora das Dores, foi criado o "Distrito de Dores do Patusca". Por decreto nº 14, de 15 de abril de 1890, sendo governador do Estado de Minas Gerais, o Dr. João Pinheiro da Silva, expediu o referido decreto que desmembrou, o Distrito de Dores do Patusca, do Município de Tiradentes e integrando-o ao Município de Prados.
O território de Dores do Patusca é ondulado de colinas, onde se vêm excelentes terrenos para cultura e boas pastagens. O Povoado foi se desenvolvendo em meio às colinas. Para sobrevivência, a princípio, exerceram atividades hortigranjeiras e pecuárias. À medida que a população foi aumentando, sentiram a necessidade de outras atividades.
Surgiram, então, a idéia de fabricação de arreios, entre os anos de 1935 e 1940, foi crescendo com o lugar e logo assumiu proporções de verdadeiras indústrias, gerando empregos para mulheres, que faziam o trabalho em suas casas. Com o aumento da produção e de variados acessórios de montaria, sentiram a necessidade de vender o produto. Surge então, outra atividade, a de mascate. De suma importância para o desenvolvimento, os mascates começaram então a organizar tropas de burros, que levavam as mercadorias em grandes balaios, feitos de bambu, que com ajuda de companheiros (tropeiros), levavam os produtos para serem vendidas em arraiais, fazendas, cidades e até em outros Estados como: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos, Goiás e Mato Grosso. Chegaram até à cidade de Parati-RJ, pela trilha da Estrada Real. Os mascates viajavam por meses, levando mercadoria para venda e trazendo novidades. Quando retornavam, eram recebidos com festas. Uma das especialidades era uma montaria chamada silhão, tipo de montaria segura e muito confortável, de assento macio, destinado para as mulheres que a utilizavam montando de lado. O povo dorense mantinha entre as famílias, estreitas relações de amizades. Eram freqüentes as festas familiares, que surgiam a qualquer pretexto. Aniversários ou a chegada de alguém que estivesse ausente por alguns dias e que era motivo obrigatório para visitas. As reuniões familiares, tão animadas, foram as preliminares da vida social intensa e a solidificação das amizades entre as famílias.
Fundação-> Fundado por volta de 1717, Dores de Campos foi emancipado a categoria de município em 17 de dezembro de 1938.
Estima-se que o município seja:
Dores de Campos encontra-se na Mesorregião Campo das Vertentes, à 220 km da capital do estado, Belo Horizonte. Localiza-se dentro da região da Trilha dos Inconfidentes, onde ficam também as cidades de Barroso, Carrancas, Conceição da Barra de Minas, Coronel Xavier Chaves, Ibituruna, Lagoa Dourada, Madre de Deus de Minas, Nazareno, Piedade do Rio Grande, Prados, Resende Costa, Santa Cruz de Minas, São João Del Rei, São Tiago e Tiradentes.
Local: Alto dos Mouroes
Local: Foz do Córrego Gabiroba
Nasce na Serra da Mantiqueira percorre um comprimento de 278km até desaguar no Rio Grande.
Dados do Censo - 2000
População Total: 8345 Habitantes
Número de moradias: 3215
Frota de veículos: 2315
Densidade demográfica (hab./km²): 71,9 hab./km²
(Fontes: PNUD - IBGE/2000)
A população de Dores de Campos se mantém em crescimento vegetativo, porém quase sempre de maneira constante, com taxas médias de crescimento anual acima de 2%, segundo o resultado do Censo Demográfico de 2000 no qual se verifica taxa de 2,02% por ano.
| Ano | População |
|---|---|
| 1970 | 5594 |
| 1980 | 6374 |
| 1991 | 7255 |
| 2000 | 8345 |
| 2005 | 9034 |
| 2009 | 9821 |
Dores de Campos está dividida em cinco regionais (regiões). São eles:
Obs.: o trecho seguinte está "compactado" de modo a despoluir visualmente o contexto da página toda.
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O município conta com uma grande empresa reconhecida internacionalmente na produção de artefatos de couro e equipamentos de segurança: Marluvas Calçados de Seguranda LTDA (Maior Empresa de Calçados da America Latina).
Serralherias, carpintarias, tijolos, etc. Dores de Campos tem instaladas, hoje, cerâmicas, empresas de ônibus, transporte, de prestação de serviços em geral.
Principais produtos agrícolas: Cana-de-açúcar, Feijão, Mandioca, Milho.
Principais Efetivos: Bovinos, Suínos, Muares, Galináceos, Equinos.
| Banco Bradesco | 1 |
| SICOOB Credivertentes | 1 |
A cidade possui 2 escolas de samba:
1ª- Agremiação Carnavalesca Acadêmicos do Samba
2ª- Clube Escola de Samba Tudo Azul
Existem também os blocos carnavalescos:
- Bloco da Ponte;
- Boi do Major;
- Caminhada Alcoológica;
- Turma da Melhor Idade;
- Bloco do Raposão (torcida do Cruzeiro);
- Bloco Galo Rosa (torcida do Atlético-MG).
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O carnaval de Dores de Campos, é um dos mais procurados.
Várias são as pessoas que deslocam do Rio de Janeiro e São Paulo, para curtir na pequena cidade, do Campo das Vertentes em Minas Gerais.
A cidade deseja BOAS VINDAS a todos que nela vêem curtir o carnaval.
Dores de Campos há várias bandas de música. Entre elas podemos citar a Banda Fax , Left Behind.
Dores de Campos possui 2 bandas de musica instrumental. Lira Nossa Senhora das Dores e Sociedade Musical São Sebastião. Vários são os elogios recebidos, de quem vê a apresentação destas. A Lira Nossa Senhora das Dores, surpreende e destaca na Região, e a Sociedade Musical São Sebastião está acompanhando seus passos.
As pessoas nessa cidade se vestem, com roupas do Cotidiano. Grande parte da população acompanha a Moda. Está havendo surgimento de Emos, Góticos, e Roqueiros.
Dores de Campos possui uma completa rede de meios de comunicação.
O Município conta com Escolas de Ensino Primário, Fundamental, Médio, Especializada, e possui uma Creche.
Atualmente Dores de Campos está em pleno crescimento. Revitalização do Parque Municipal, criação de novas avenidas e loteamentos, edifícios e casas espalhados por todas as regiões da cidade.
A produção e o comércio de artigos de couro movimentam a economia. Praticamente, quase toda a população se ocupa dessa atividade. São várias as selarias que empregam boa parte da população e é comum encontrar a atividade, sendo realizada pelos moradores, no quintal da maioria das casas, produzindo selas e acessórios de todo tipo: rédeas, estribos, baixeiros, freios, cabrestos, barrigueiras, peitorais, mantas, etc. É uma verdadeira alegria para os lojistas do setor, fazendeiros, amantes da moda country e adeptos do Turismo Rural.
Dores de Campos abriga também uma grande indústria de calçados de segurança.
O predomínio é da religião católica e tendo como padroeira Nossa Senhora das Dores.
O sentimento religioso do povo e as dificuldades encontradas para a prática em comum dos atos religiosos, fizeram nascer a idéia da construção de uma capela filial à Matriz de Prados, sede da freguesia.
Parecia irrealizável essa idéia, pois o lugar ainda era pequeno. Mas o Capitão Vicente Teixeira de Carvalho, pessoa de destaque e prestígio, impulsionado pelo seu genro empreendedor, tomou a iniciativa e com sua direção construiu-se a Capela-Mor, primeira parte do projeto, sob a invocação de Nossa Senhora das Dores, ficando, por algum tempo, paralisadas as obras, mas passando a realizarem-se os atos religiosos.
A fim de levar a efeito, a construção do corpo da Igreja, os membros da banda de musica “Nossa Senhora das Dores”(Hoje Lira Nossa Senhora das Dores), prestaram relevante cooperação, pois deliberaram fazer uma excursão. Partiram eles no dia 1º de outubro de 1879, levando consigo os instrumentos e vasto repertório de escolhidas peças musicais, que executavam de lugar em lugar.
Em 1901, concluiu-se a obra da igreja, que é nossa Matriz atual, sendo os serviços dirigidos pelos senhores Randolfo Teixeira de Carvalho e Antônio Justino da Silva, ocorrido em 1899.
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