| Município de Itaguaçu | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | 17 de fevereiro de 1915 | ||||
| Gentílico | |||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Romário Celso Bazílio de Souza (2005 – 2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Espírito Santo | ||||
| Mesorregião | Central Espírito-santense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Santa Teresa IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | 130 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 530,388 km² | ||||
| População | 14.171 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 28,9 hab./km² | ||||
| Altitude | 150 m | ||||
| Clima | tropical | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,748 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 122.248 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 8.051,00 IBGE/2005 | ||||
Itaguaçu é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Sua população estimada em 2004 era de 15.060 habitantes.
Segundo informações de antigos moradores, em 1879 várias famílias de San Cassiano de Treviso (Itália) resolveram imigrar para o Brasil, viajando no veleiro La Valleja. Chegaram em 21 de junho do mesmo ano à cidade de Santa Tereza (ES), onde encontraram patrícios que haviam saído há mais tempo de sua terra natal e já possuíam propriedades no Brasil. Os san-cassianos trabalharam durante três anos para os seus patrícios, buscando informações para localizarem outras terras a colonizar. Casotti, um agrimensor que abriu uma picada até o rio Santa Joana, animou as famílias, dando boas informações sobre as terras por ele encontradas. No ano de 1882, doze famílias (Daleprani, De Martin, Fiorotti, Meneghel, Fardin, Coan, Rabbi, Toniato, Denardi, Perin, Mazzo e Bergamaschi), na esperança de dias melhores e condições de vida dignas, conforme fora prometido pelo governo brasileiro, desceram o rio Santa Maria e povoaram a região que atualmente pertence a Itarana. Saíram de Santa Teresa numa viagem de muito sofrimento e dificuldade, onde a morte, a desesperança, a dor e a tristeza tomavam conta de cada um.
Na localidade atualmente conhecida como Limoeiro, já estava fixado Antônio Gonçalves Ferreira que, juntamente com outros empregados, deu início às primeiras construções e edificações da futura Vila de Figueira de Santa Joana (primeiro nome da cidade). Contam os mais antigos que o primeiro nome deu-se ao fato de que, após uma difícil jornada, descansaram debaixo de frondosa figueira (cuja localização até hoje é incerta).
Nessa mesma época chegaram os primeiros imigrantes alemães, vindos de uma região que era conhecida como Pomerânia. A família Schultz, segundo relatos históricos, foi a primeira a chegar, formando logo uma comunidade luterana. Essa comunidade ainda conserva muitos de seus valores e tradições: o dialeto (pomerano), danças típicas, a culinária e muitos outros que efetivamente tiveram importante influência no desenvolvimento do Município. Com a chegada dos imigrantes pomeranos, iniciou-se também a pluralidade religiosa.
Em 15 de março de 1890, a Vila de Figueira de Santa Joana foi elevada à categoria de distrito (pertencente ao município de São Sebastião do Baixo Guandu, hoje Afonso Cláudio). Em 1914, a Lei Estadual n. 978 criou o Município de Boa Família (hoje, Itaguaçu).
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