| Município de Manacapuru | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | {{{aniversário}}} | ||||
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| Fundação | 16 de julho de 1932 | ||||
| Gentílico | manacapuruense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Ângelus Figueira (PV) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Amazonas | ||||
| Mesorregião | Centro Amazonense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Manaus IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | Manaus | ||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | 78 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 7.329,234 km² | ||||
| População | 86.472 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 11,49 hab./km² | ||||
| Altitude | 60 m | ||||
| Clima | equatorial Am | ||||
| Fuso horário | UTC-4 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,663 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 282.213 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 3.372,00 IBGE/2005 | ||||
Manacapuru é um município brasileiro do estado de Amazonas. Com uma população de 86.472 habitantes, se configura como a quarta maior cidade do estado e um dos pontos turísticos mais importantes da Amazônia devido às festas populares da cidade. Possui uma área de 7.399 km².Localiza-se na Região Metropolitana da Grande Manaus.
A vegetação, típica da região Amazônica é formada por florestas de várzea e terra firme, tendo ao seu redor um relevo composto por lagos, ilhotes e uma pequena serra.
Todos os anos ocorre a tradicional festa das cirandas, com o desfile de vários grupos de ciranda da cidade. Sua padroeira é Nossa Senhora do Carmo.
Índice |
Antiga aldeias de Indios mura, Manacapuru nasceu com a chegada dos colonizadores portugueses atraidos pela diversidades dos recursos naturais da região. Foi elevada a município em 16 de julho de 1932.
O povoamento da Amazônia esteve inteiramente ligado à expansão lusitana para o norte da colônia, nos séculos XVI e XVII. A fixação do homem à terra originou-se das missões religiosas e dos fortes, cujas finalidades eram a defesa e o enraizamento do domínio português. A extensão do território Amazônico, as florestas densas e luxuriantes o tipo de economia que ali se instalou desde os primeiros tempos, a hostilidade dos indígenas e as endemias foram e ainda são os fatores responsáveis pela fraca densidade de sua população, em que predominam elementos da sociedade mestiça.
Município localizado à margem esquerda do Rio Solimões, Manacapuru situa-se no encontro dos Rios Solimões e Manacapuru. Seu fuso horário apresenta 1 h a menos que o de Brasília. Para visitá-lo é aconselhável ser vacinado contra febre amarela com pelo menos dez dias de antecedência. Destaca-se pelas comidas típicas como o tacacá, peixes como o tambaqui, tucunaré, pirarucu e pacú. Seu nome tem origem indígena e significa Flor Matizada. Sua padroeira é Nossa Senhora de Nazaré.
O clima de Manacapuru não foge à regra, mas é amenizado por alta pluviosidade e pelos ventos alísios que sopram do Atlântico. À noite, ocorrem quedas de temperatura, diminuindo bastante os rigores do calor. Há duas estações distintas: inverno, que começa em dezembro, e verão, que se inicia em maio. Banham o Município os rios Solimões, Purus, Manacapuru e Jará.
A cidade de Manacapuru está situada à margem esquerda do rio Solimões, na confluência deste com o rio Manacapuru, a sudoeste de Manaus, da qual dista, em linha reta, 68 km. Suas coordenadas geográficas são as seguintes: 3° 18' 15" de latitude sul e 60° 37' 03" de longitude W. Gr.
A população de Manacapuru é de 85.279 habitantes (conforme contagem feita pelo IBGE em 2007 - ainda passível de alteração), o que a coloca na posição de quarta maior cidade do Amazonas e quarto município mais populoso, perdendo somente para Manaus, Parintins e Itacoatiara.
Atualmente Manacapuru está vivendo um novo tempo, pois várias mudanças profundas estão sendo feitas em sua estrutura sócio-economica.
A construção do Gasodotudo Coari-Manaus, abriu oportunidade para a criação de muitos empregos direta ou indiretamente ligados a esse obra.
Outra obra que vem sendo muito aguardada pela população é a construção da ponte sobre o Rio Negro, que facilitará muito o escoamento da produção agrícola de vários municípios, bem como a instalção de indútrias de processamento na cidade.
População residente por etnia (Censo 2000)
Tal qual a variedade cultural verificável em Manacapuru, são diversas as manifestações religiosas presentes na cidade. De acordo com o censo de 2000, a população de Manacapuru declara-se católica em sua maioria, apesar do número de evangélicos e outras religiões cristãs estar aumentando gradativamente na cidade.
População residente por religião (Censo 2000)
Caracteriza-se especialmente pela coleta de borracha e castanha, exploração de caça, pesca, pecuária extensiva nos campos naturais e incipiente agricultura itinerante nas terras firmes, salientando-se nos últimos anos a cultura da juta e da pimenta-do-reino Com relação a Manacapuru, observa-se que, embora tenha nas indústrias extrativas animal e vegetal expressiva fonte de riqueza, é a agricultura, em particular a cultura da Juta, a base econômica do município.
O valor da produção de juta representa aproximadamente 85%, do total dos produtos e 30% do total da produção estadual. O município produz ainda café, limão, manga, melancia, melão, tangerina e tomate.
A Amazônia deu ao Brasil auto-suficiência na produção de fibras duras para a fabricação de sacaria, motivo pelo qual o cultivo da juta e das fibras similares ocupa lugar de destaque na economia regional. Introduzida na região por japoneses, essa cultura adaptou-se ao meio e desenvolveu-se sobretudo nas várzeas do Médio e Baixo Amazonas. O município inclui-se entre os três maiores produtores de juta do Amazonas.
A pecuária tem pouca expressão na economia local. Em 1957, o total da população pecuária de Manacapuru era de 13.210 cabeças, destacando-se o rebanho de suínos, com 7.000, e o de bovinos, com 4.500. 0 valor total da população pecuária estava estimada em 23 milhões de reais, dos quais 16 pertenciam ao rebanho de bovinos e seis ao de suínos.
A economia amazônica é caracterizada pelos produtos de coleta da indústria extrativa vegetal, sendo extraordinários os recursos da hiléia. Segundo o valor da produção, a borracha, as oleaginosas e a madeira aparecem em primeiro lugar. Manacapuru produz, em escalas apreciável, castanha-do-pará, borracha, balata, sorva sernambi e essência de pau-rosa.
A pesca é exploração econômica importante no Amazonas, onde uma prodigiosa rede hidrográfica - com sua característica riqueza em rios, igarapés, furos, canais, lagos - oferece ao habitante meio propício ao desenvolvimento dessa atividade, que ali desempenha papel decisivo na alimentação das populações ribeirinhas e constitui, em certas áreas, excelente fonte de renda.
A pesca do pirarucu é a mais importante e metódica, dando origem a uma indústria que para a região é significativa. Em Manacapuru a produção do pescado tem participação ativa na economia local. Dos processos usados na pesca do pirarucu o mais empregado é o arpão. O peixe fisgado é recolhido a margem do rio, onde é limpo, retalhado, salgado e exposto ao sol. Depois de seco, o pirarucu é acondicionado em pacotes de 35 a 45 quilos e exportado para os centros consumidores.
A produção industrial está intimamente ligada à agricultura e à indústria extrativa local. Existem no município duas serrarias, duas usinas de destilação de óleo de pau-rosa, uma fábrica de aguardente de cana e uma usina de beneficiamento de arroz.
O município mantém transações comerciais com as praças de Manaus e Belém. Entre os produtos que importa aparecem em primeiro lugar gêneros alimentícios, tecidos, medicamentos, ferragens e material elétrico. A sede municipal conta com 81 estabelecimentos de comércio varejista e nove de comércio atacadista.
A cidade conta com várias escolas de ensino fundamental e médio, bem como um Campus da UFAM e outro da UEA.
Entre as principais escolas, se destacam a José Seffair, localizada no bairro da Terra Preta, a Nossa Senhora de Nazaré, localizada no centro, a Jose mota localizada no bairro da Liberdade. Uma vez por ano, os alunos da rede municipal e estadual disputam o JOEM (Jogos olimpicos escolares de manacapuru), no qual são revelados talentos como Alex Maxximiliano, que hoje compete mundialmente no arremesso de dardo.
Os rios amazônicos são ainda hoje, como no tempo do Brasil-Colônia. as únicas vias de penetração dessa região. A navegação fluvial é muito intensa no Amazonas (Solimões), nos baixos cursos de alguns afluentes e em outros, que são navegáveis até o alto curso, como acontece nos rios Juruá e Purus. Os tipos de embarcação utilizados na região amazonense variam desde a pequena "montaria" até os navios de grande calado. sendo também empregados navios de tamanho médio, que ligam Belém e Manaus às sedes municipais situadas nos altos rios. São usadas ainda embarcações a vela, denominadas geralmente "canoas", "geleiras", "vigilengas" etc., que realizam grande parte do tráfego, e "batelões" e "ubás" com motor.
Existe uma rodoviária em Manacapuru, empresas de ônibus fazem rotas da cidade para Manaus, Iranduba, Novo Airão e vilas e povoados do interior. As principais rodovias são:
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