| Município de Parauapebas | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 10 de maio | ||||
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| Fundação | 10 de maio de 1988 | ||||
| Gentílico | parauapebense | ||||
| Lema | Parauapebas, Forte por Natureza. | ||||
| Prefeito(a) | Darci José Lermen (PT) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Pará | ||||
| Mesorregião | Sudeste Paraense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Parauapebas IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Marabá, Curionópolis, Canaã dos Carajás e Água Azul do Norte. | ||||
| Distância até a capital | 700 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 7.007,737 km² | ||||
| População | 162.777 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 23,0 hab./km² | ||||
| Altitude | 150 m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,741 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 3.069.686 mil IBGE/2007 | ||||
| PIB per capita | R$ 23.029 IBGE/2007 | ||||
Parauapebas é um município brasileiro do estado do Pará.
Índice |
Em meados dos anos 60, foi descoberta uma das maiores províncias minerais do mundo, Carajás, no sudeste do Pará. Anos depois, em 1970, a Companhia Vale do Rio Doce (Vale) se associou à empresa U.S. Steel criando a AMZA - Amazonia Mineração S.A. para explorar o Projeto Ferro Carajás. EM 1981, a Vale adquiriu a exclusividade de explorar minério de ferro, ouro e manganês no local, antes habitada por índios Xikrins do Cateté e remanescentes do Ciclo da Castanha.Parauapebas enfrenta grande desigaldade social e de vez em quando enfrenta alagamentos
Em 1981, deu-se início da implantação do Projeto Ferro Carajás. No vale do rio Parauapebas começou a ser construída a vila de Parauapebas. A construção do núcleo de Parauapebas provocou a migração de muitas pessoas para a área. Em pouco tempo, o povoado do Rio Verde, apesar das condições inferiores em relação aos padrões do núcleo projetado, superou a população prevista. A vila que havia sido projetada para atender 5.000 habitantes, segundo dados do IBGE, já estava com 20.000 habitantes.
A Vale construiu uma rodovia asfaltada entre a cidade de Marabá e as instalações da empresa com cerca de 200 km. Essa estrada foi, posteriormente, transferida ao Estado do Pará.
Chegaram fazendeiros, madeireiros, garimpeiros e pessoas recrutadas para trabalhar no Projeto Ferro Carajás. Próximo à rodovia começaram a surgir as construções das primeiras casas e barracas, dando início ao povoado de Rio Verde, que mais tarde se tornaria um dos maiores bairros da cidade. Hoje, no municipio de Paraupebas, 80% da população é do estado do Maranhão.
A Vale construiu um núcleo urbano ao lado do povoado para abrigar seus funcionários, nesses se incluem os que viriam trabalhar nas obras da Estrada de Ferro que ligaria a província mineral ao Porto da Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão.
A empresa iniciou ainda as construções da Escola Euclides Figueiredo, da delegacia, do hospital, do prédio da administração e da rede elétrica.
Em 1983 o Grupo Executivo das Terras do Araguaia – Tocantins (GETAT) distribuiu lotes agrícolas e usou máquinas para abrir as ruas do Rio Verde, onde já estava se organizando um comércio.
No ano de 1984, garimpeiros de Serra Pelada invadiram o povoado para obrigar o Governo a lhes dar o direito de explorar o ouro da Serra Pelada.
Em 1985, deu início a luta pela emancipação política da região. Parauapebas, então pertencente à Marabá, só obteve autonomia administrativa depois de quatro anos de movimentos favoráveis ao desligamento político de Marabá, em 1988. A vila por meio de plebiscito tornou-se município a partir da Lei Estadual nº 5.443/88 de 10 de maio de 1988.
Em 1985, o presidente José Sarney inaugurou a Estrada de Ferro Carajás, também construída pela Vale, com investimentos de alguns bilhões de dólares.
De 1981 a 2004, a população de Parauapebas cresceu mais de 10 vezes chegando no número de 110.000 habitantes. O número de eleitores cresceu 2,7 vezes entres os anos de 1989 e 2004, passando de 23.733 para 63.496 eleitores, uma média de crescimento anual de 6,8%.
Se comparado às taxas médias de crescimento anual da população brasileira, do Pará e de Parauapebas, no período de 2001 a 2004, se observa que a população do município cresceu 8,9%, enquanto o País e o Estado ficaram com as marcas de 1,3% e 2,0%, respectivamente. Atualmente, a população de Parauapebas é em torno de 185 mil habitantes.
São muitas as causas que fazem de Parauapebas um pólo de atração populacional, dentre eles: a exploração do minério de ferro, de ouro, de manganês e de cobre; o processo de colonização e reforma agrária; a qualidade de vida inferior das regiões vizinhas etc.
Curiosidades- Parauapebas é conhecida nacionalmente como sendo o berço dos hackers ou seja o lugar onde nasceram os piratas de computador no Brasil .Os piratas de computador também são conhecidos na cidade como batatas.
Altamira, Bairro da Paz, Bela Vista, Beira Rio I, Beira Rio II, Betânia, Caetanópolis, Casas Populares I, Casas Populares II, Cidade Nova, Cidade Jardim, Guanabara, Jardim América, Jardim Canadá, Liberdade I, Liberdade II, Maranhão, Nova Carajás, Nova Vida, Novo Brasil, Novo Horizonte, Primavera, Panorama, Paraíso, São lucas, Rio Verde, Vale dos Carajás, Vila Rica, União
Atividade mineradora - Representadada principalmente pela Mina de Ferro de Carajás, da Companhia Vale do Rio Doce. A extração do minério de ferro representa a principal fonte de recursos do município empregando cerca de 8 mil pessoas diretamente e cerca de 20 mil indiretamente. Além do minério de ferro possui destaque a extração dos minérios de manganês e de ouro. A Vale exportou 3,8 bilhões de dólares em minérios em 2008, levando o município a atingir a oitava colocação entre os maiores municípios exportadores do país.
Atividade pecuária - Realizada em geral de maneira extensiva em diversas propriedades rurais de médio porte. Dados de 2005 apontam um rebanho de quase 300 mil cabeças de gado.
Atividade agrícola - A atividade agrícola no município de Parauapebas é pouco expressiva e é quase em sua totalidade desenvolvida em pequenas propriedades familiares. Os produtos agrícolas com maior participação no PIB do municício são abacaxi, tomate e mandioca, com rendimento de cerca de R$20 milhões/ano cada (2005).
Comércio - A cidade possui dois centros comerciais expressivos. Um deles se localiza no bairro Rio Verde nas proximidades da rua Curió (também conhecida como rua do Comércio) e o outro se localiza distribuído por todo o bairro Cidade Nova. Em breve a cidade contara com o Unique Shopping Parauapebas
Outras - Desenvolve-se também na cidade as indústrias: extrativista vegetal, pesqueira, movelaria e beneficiamento de produtos agrícolas. Além dessas, a cidade possui um mercado municipal e uma feira agrícola permanente.
Uma das maiores províncias minerais do mundo, com jazidas de minério de ferro, sob a forma de hematita, alcançando 68% de Fe, assim como de minério de manganês, de cobre e de ouro.
Possui uma área de 7077,269 km².
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