Parintins - Amazonas - Informações sobre a cidade

Município de Parintins
"Ilha da Alegria"
"Ilha Paraíso"
"Capital Cultural do Brasil"
"Ilha Encantada"
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário {{{aniversário}}}
Fundação 15 de outubro de 1852
Gentílico parintinense
Lema
Prefeito(a) Frank Bi Garcia (PSDB)
(2009 – 2012)
Localização

02° 37' 40" S 56° 44' 09" O02° 37' 40" S 56° 44' 09" O
Unidade federativa  Amazonas
Mesorregião Centro Amazonense IBGE/2008
Microrregião Parintins IBGE/2008
Região metropolitana {{{região_metropolitana}}}
Municípios limítrofes Norte: Nhamundá; Sul: Barreirinha; Oeste: Urucurituba; Leste: o estado do Pará.
Distância até a capital 315 km
Características geográficas
Área 5.952 km²
População 107.250 hab. est. IBGE/2009
Densidade 22,9 hab./km²
Altitude 27 m
Clima equatorial Am
Fuso horário UTC-4
Indicadores
IDH 0,696 médio PNUD/2000
PIB R$ 312.226 mil IBGE/2005
PIB per capita R$ 2.861,00 IBGE/2005

Parintins é um município brasileiro do estado do Amazonas. Com uma população de 107.250 mil habitantes, se configura como a segundo maior cidade do estado e um dos pontos turísticos mais importantes da Amazônia. Trata-se de um dos principais Patrimônios Culturais e Festivais da América Latina devido ao Festival Folclórico de Parintins.

Sua área é de 5.952 km², representando 0.3789 % do estado do Amazonas, 0.1545 % da Região Norte brasileira e 0.0701 % de todo o território brasileiro. Desse total 12,4235 km² estão em perímetro urbano.

Todos os anos ocorre o tradicional Festival Folclórico de Parintins, com o desfile dos bois Caprichoso e Garantido. Sua padroeira é Nossa Senhora do Carmo. O festival é uma manifestação folclórica conhecida no Norte do país como Boi Bumbá. Está localizada à margem direita do rio Amazonas, na ilha Tupinambarana. A vegetação, típica da região Amazônica é formada por florestas de várzea e terra firme, tendo ao seu redor um relevo composto por lagos, ilhotes e uma pequena serra.

Em um raio de pouco mais de 200 km do município, encontram-se algumas das principais cidades do interior do Amazonas e do Pará – Itacoatiara, Manacapuru, Maués, Manicoré, Presidente Figueiredo, Santarém, Itaituba, Oriximiná, Óbidos, Altamira, entre outras – sendo o acesso a essas cidades dado principalmente pelo transporte fluvial, muito comum na região amazônica.

Índice

História

O município de Parintins como quase todos os demais municípios brasileiros, foi primitivamente habitado por indígenas. Sua descoberta ocorreu em 1749, quando, descendo o rio Amazonas, o explorador José Gonçalves da Fonseca notou uma ilha que, por sua extensão, se sobressaía das outras localizadas à direita do grande rio.

A fundação da localidade só foi realizada em 1796, por José Pedro Cordovil, que veio com seus escravos e agregados para se dedicar à pesca do pirarucu e à agricultura, chamando-a Tupinambarana. A rainha D. Maria I deu-lhe a ilha de presente. Ali instalado, fundou uma fazenda de cacau, dedicando-se à cultura desse produto em grande escala. Ao sair dali, algum tempo depois, ofertou a ilha à rainha. Tupinambarana foi aceita e elevada à missão religiosa, em 1803, pelo capitão–mor do Pará, o Conde dos Arcos, que incumbiu sua direção ao frei José das Chagas, recebendo a denominação de Vila Nova da Rainha.

A eficiente atuação de frei José provocou um surto de progresso e desenvolvimento na localidade, mediante a organização da comarca do Alto Amazonas. Em 25 de julho de 1833, passa à freguesia, com o nome de Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Tupinambarana. Era ainda Tupinambarana simples freguesia quando iniciou a revolução dos Cabanos no Pará, e se alastrou por toda a província. O seu vigário, padre Torquato Antônio de Souza, teve atuação destacada durante a sedição, servindo de delegado dos legalistas no Baixo Amazonas. Tupinambarana, talvez porque estivesse bem defendida, foi poupada aos ataques dos Cabanos.

Em 24 de outubro de 1848, pela lei provincial do Pará nº 146, elevou a freguesia à categoria de vila, com a denominação de Vila Bela da Imperatriz, e constituiu o município até então ligado a Maués. Em 15 de outubro de 1852, pela lei nº 02, foi confirmada a criação do município. Em 14 de março de 1853, deu-se a instalação do município de Parintins. Em 24 de agosto de 1858 foi criada pela lei provincial a comarca, compreendendo os termos judiciários de Vila Bela da Imperatriz e Vila Nova da Conceição. Em 30 de outubro de 1880, pela lei provincial nº 499, a sede do município recebeu foros de município e passou a denominar-se Parintins. Em 1881 foi desmembrado do município de Parintins o território que constituiu o município de Vila Nova de Barreirinha.

A divisão administrativa de 1911, figurou o município com quatro distritos: Parintins, Paraná de Ramos, Jamundá e Xibuí. Em 1933, aparece no quadro da divisão administrativa com um distrito apenas – o de Parintins. Em 1 de dezembro de 1938, pelo decreto-lei estadual nº 176, é criado o distrito da Ilha das Cotias, passando assim o município a constituir-se de dois distritos: Parintins e Ilha das Cotias.

Em 24 de agosto de 1952, pela lei estadual nº 226, a comarca de Parintins perdeu os termos judiciários de Barreirinha e Urucará, que foram transformados em comarcas. Em 19 de dezembro de 1956, pela lei estadual nº 96, foi desmembrado do município de Parintins o distrito da Ilha das Cotias, que passou a constituir o município de Nhamundá. Em 10 de dezembro de 1981, pela emenda constitucional nº 12, o território de Parintins é acrescido do distrito de Mocambo.

Geografia

O município possui dois distritos: Vila Amazônia e Mocambo. Limita-se ao norte com o Nhamundá; ao sul com o Barreirinha; ao leste com o estado do Pará e a oeste com Urucurituba.

Os solos do município embora na sua maioria apresenta pobreza química natural, são solos com boas características físicas, requerendo um manejo adequado.

Relevo

Possuindo uma área de 7.069 quilômetros quadrados o município localiza-se sobre formações quaternárias e terraços holocênicos no setor ocidental do estado. A ilha tupinambarana, parte componente do município, de aproximadamente 200 km de largura, somente na faixa da várzea, a ilha na verdade é uma arquipélago, uma vez que na época das cheias, fica entrecortada de lagos, furos, restingas, paranás e igapós, e a sede municipal localiza-se em uma dessas ilhas do arquipélago a uma altitude de 50m em relação ao nível do mar. O município tem sua cota máxima em seu relevo no lado leste, na chamada Serra Valeria (Serra de Parintins) com aproximadamente 137m, e no lado Oeste as terras altas do Paurá.

Ocorre a predominância dos solos Latossolo Amarelo Álico e Podzólico Vermelho Amarelo Álico, na terra-firme. Nas áreas de várzea, o domínio é dos solos de aluvião, do tipo Gley Pouco Úmico Distrófico, apresentando fertilidade natural média e elevada.

Clima

Característica de clima tropical chuvoso, com pequeno período seco (agosto a outubro), umidade relativa do ar em torno de 71%, precipitação pluviométrica anual de 2.327m.m e insolação anual de 2.282,51. A temperatura ao longo do ano apresenta-se com uma mínima de 22°4C, máxima de °5C e média de 26°3C.

O município, nos últimos anos, tem apresentado uma precipitação pluviométrica media com máximas de 11,40 mm em fevereiro e mínimas de 2,10 mm em setembro; insolação media mensal máxima de 8,3h em setembro e mínima de 3,9h em fevereiro e marco; umidade relativa do ar máxima de 85.3% em maio e mínima de 74,1% em outubro; evaporação máxima de 3,5mm outubro e mínima de 1,70 mm em maio; pressão atmosférica media de 1.009,8mb em julho e mínima de 1.006,7mb em novembro e incidência media de ventos com seu nível Maximo em novembro com 1,5m/s com predominância noroeste e mínima de 1,1m/s no mês de marco com predominância na direção norte.

Hidrografia

Parintins faz parte do maior sistema fluvial do mundo, a Bacia Amazônica. O Rio Amazonas é o maior rio em volume de água do mundo com um deflúvio médio anual estimado em 250,00 m³/s. No trecho compreendido entre a foz do Rio Nhamundá e Parintins a sua largura é de aproximadamente 50 km e a profundidade. O grande rio representa a via de escoamento e abastecimento, a grande estrada hídrica que liga Parintins a capital do Estado e ao Oceano Atlântico.

Os rios mais importantes são: o Paraná do Ramos, o Paraná do Espírito Santo, o Paraná do Limão, Rio Uiacurapá, O Rio Mamurú, o Lago do Macuricanã, o Lago do Aninga, o Lago do Paranema, o Lago do Macurani e a Lagoa da Francesa, estes quatros últimos de vital importância quanto a sua preservação, uma vez que banham a sede municipal e estão mais suscetíveis a depredação e poluição.

Vegetação

A divulgação do município é característica, não divergindo de existente em toda a Amazônia, isto é, Floresta Perenifólia Hileiana Amazônica que corresponde a floresta de terra firme; Floresta Perenifólia Paludosa Ribeirinha Periodicamente Inundada (mata de várzea); Floresta Perenifólia Paludosa Ribeirinha Permanentemente Inaudada (mata de Igapó) e na sede municipal uma pequena mancha de Cerrado conhecida como Campo Grande.

Cidades vizinhas

Cidades que fazem divisa com Parintins:

Demografia

Segundo dados do Censo de 2000 do IBGE, o município apresentava até aquele momento um déficit de aproximadamente 2 mil unidades habitacionais. Isto equivaleria, segundo tais pesquisas, a aproximadamente 1000 cidadãos sem acesso à habitação formal ou em habitações precárias. Hoje, parte da população de Parintins reside em habitações precárias e informais.

Etnias

Parintins é uma cidade marcada pelos traços culturais, políticos e econômicos herdados dos portugueses, espanhóis e também dos japoneses, tendo em vista que a cidade possuiu uma relevante colônia destes imigrantes. Não se pode esquecer a importância dos ameríndios no quesito contribuição étnica. Foram os ameríndios que iniciaram a ocupação humana na Amazônia e seus descendentes caboclos desenvolveram-se em contato íntimo com o meio ambiente, adaptando-se às peculiaridades regionais e oportunidades oferecidas pela floresta.

Na sua formação histórica, a demografia da cidade é o resultado da miscigenação das três etnias básicas que compõem a população brasileira: o índio, o europeu e o negro, formando assim, os mestiços da região (caboclos) Mais tarde, com a chegada dos imigrantes, especialmente japoneses, formou-se um caldo de cultura singular, que caracteriza a população da cidade, seus valores e modo de vida.

Pardos (caboclos, mulatos e cafuzos) (83,54%), brancos (13,99%), pretos (0,90%), indígenas (0,78%), amarelos (principalmente descendentes de japoneses) (0,08%), sem declaração (0,69%)

População residente por etnia (Censo 2000)

Subdivisões

Bairros

A cidade é dividida por uma linha imaginária que vai da Catedral de Nossa Senhora do Carmo ao Centro de Convenções Amazonino Mendes (Bumbódromo), criando duas zonas: uma Azul (Boi Caprichoso) e outra Vermelha (Boi Garantido).

O visitante da ilha, nota essa divisão de cor, olhando para as pinturas das casas, placas turísticas indicativas e até os orelhões da cidade. Do lado Azul ficam: Centro, Palmares, Francesa, Santa Clara, Santa Rita, Macurany e Castanheira.

Do lado vermelho localizam-se os seguintes bairros: São José, Djard Vieira, Parintins, Lady Laura, Distrito Industrial, Paulo Corrêa, São Benedito, João Novo e Emílio Moreira.

Tem ainda Itaúna I e II, Paulo Corrêa, e o mais novo bairro da cidade, o airro da União.

Na zona rural do município, localizam-se diversas vilas e bairros. Entre os bairros, destacam-se: Macurany 2, Aninga e Paranapanema.

Distritos
Regiões

Parintins está dividida em cinco regionais (regiões) para fins administrativos e de segurança. São eles:

Política

O poder executivo da cidade de Parintins é representado pelo prefeito e seu gabinete de secretários, seguindo o modelo proposto pela Constituição Federal do Brasil.

O poder legislativo é representado pela câmara municipal, composta por 11 vereadores eleitos para cargos de quatro anos. Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).

O prefeito atual é Frank Garcia (PSDB), reeleito no primeiro turno em outubro de 2008 e tomando posse em 1 de janeiro do ano seguinte. Frank Garcia assumiu a prefeitura de Parintins pela segunda vez, tendo sido eleito para seu primeiro mandato em 2004.

Economia

Setor primário

Agricultura

Juntamente com a pecuária, completa a formação econômica do setor primário. É representada pelas culturas temporárias: abacaxi, arroz, batata-doce, cana-de-açúcar, feijão, fumo, mandioca, melancia, melão e milho. Culturas permanentes: abacate, banana, cacau café, caju, coco, laranja, limão, pimenta-do-reino e tangerina.

Pecuária

É atividade de maior peso no setor primário. Compreende principalmente a criação de bovinos, vindo a seguir a criação de suínos. A produção de carne e leite destina-se ao consumo local e à exportação para outros municípios. A economia é praticamente fundamentada neste setor. Parintins tem o maior rebanho bovino e bubalino do Estado, tendo aproximadamente 150 mil bovinos e 50 mil bubalinos.

Pesca, avicultura e extrativismo vegetal

Desponta como um dos principais entrepostos de pesca no Amazonas, tanto para o consumo local como exportação para outros municípios. A avicultura está voltada para o criatório em moldes domésticos, sendo representada principalmente pela criação de galinhas, seguida de perus, patos, marrecos e gansos. O extrativismo vegetal é pouco representativo na formação do setor primário, mas destaca-se a exploração de borracha, cumaru, gomas não elásticas, madeira, óleo de copaíba e puxuri.

Setor secundário

Indústrias

O setor secundário é composto basicamente por micro e pequenas empresas geralmente voltadas para o aproveitamento de produtos naturais tais como:

Setor terciário

Parintins conta hoje com mais de 1500 estabelecimentos comerciais, varejistas e atacadistas dos mais diversificados produtos. Na prestação de Serviços destacam-se cabeleireiros, oficinas mecânicas, eletrônicas, hotéis, pousadas, bares, restaurantes, clínicas médicas, clínicas odontológicas, contabilistas, entre outros. Neste setor encontram-se grande parte da população devido da escassez de emprego na cidade. A mão-de-obra formal é constituída praticamente pelos funcionários públicos (Federal, Estadual e Municipal) e empregados no comércio local.

Infra-estrutura

Saneamento básico

Habitação

Parintins tem como característica as residências com grandes quintais. Na parte central da cidade há uma predominância de residências em alvenaria, e nos bairros, predominam as casas de madeira. Nos últimos anos o êxodo rural vem ocasionando ocupações, notadamente na área sudoeste da cidade.

Na zona rural, as habitações, em geral, são pequenas, feitas com madeira e cobertas com palha ou brasilit, sendo também encontradas algumas casas totalmente de palha.

Sistema de esgoto

Para a coleta de esgotos sanitários (águas negras) são utilizados sumidouros, fossas sépticas e privadas higiênicas, fruto de um trabalho realizado pela unidade de saneamento da prefeitura que promove a doação de materiais para a população de baixa renda. Existem 1.720m de rede de captação de águas pluviais na área do centro da cidade.

Nas comunidades rurais, a maioria das famílias usa sanitários, conhecidos como fossa negra, construídos fora da casa principal e constituídos por um buraco no chão, casinha de madeira e piso de madeira, podendo ser coberta ou não.

De acordo com os Censos Demográficos do IBGE, de 1991 e 2000, a fossa rudimentar é o tipo e instalação sanitária mais utilizada, seguida da fossa séptica, que vem ganhando importância como destino de dejetos humanos entre os moradores de Parintins.

Abastecimento de água e energia elétrica

O abastecimento de água de Parintins é realizado pelo Serviço Autônomo de Águas e Esgotos - SAAE. A captação é efetuada em mananciais subterrâneos através de poços artesianos com média de 80 metros de profundidade.

Estão em funcionamento poços na área urbana com capacidade de produção maior que o volume captado. Na área rural estão instalados poços nos distritos de Mocambo, Caburi e Vila Amazônia.

O tratamento dado à água é a cloração por contato, e a distribuição segundo SAAE atinge 95% dos domicílios na sede municipal ou cerca de 62% de todos os moradores de Parintins, segundo o Censo Demográfico do IBGE. Fora do perímetro urbano, a água consumida nas comunidades é captada diretamente do rio.

O abastecimento de energia elétrica em Parintins é realizado pela Amazonas Energia, através de uma usina termoelétrica.

Transportes

Transporte fluvial

O transporte fluvial na cidade é muito comum. A cidade conta com um grande e movimentado porto, que atende a quase toda a região Norte. O Porto de Parintins localiza-se na costa do Rio Amazonas, na zona central da cidade de Parintins e atende os estados do Amazonas, Pará, Rondônia e áreas do Norte do Mato Grosso. Os barcos que fazem linha para o município são :Parintins, Novo Aliança, Principe do Amazonas, 14 de Outubro VII, Coronel Tavares 12 e Aliança III, que fazem linha para a capital do estado e fazem duas viagem por semana, sendo Parintins-Manaus ou Manaus-Parintins. Também servem ao município as embarcações que tem como destino final os municípios do estado do Pará, que atracam no município para embarcar ou desembarcar cargas e passageiros.

Transporte de passageiros e carga

O transporte de passageiros e cargas entre Parintins, Manaus, Santarém e Belém é feito basicamente através de viagens diárias de barcos e de avião. Para Manaus, a viagem de barco dura em média 18 horas, e a de avião entre 35minutos a 1 hora e 15 minutos. Os vôos são diários e operados por duas companhias aéreas, sendo 4 vôos. O porto opera com carga geral e terminal para navios de turismo. O píer flutuante tem uma extensão de 150 m de comprimento por 15m de largura, sendo que em Março de 2010 vai ser ampliados o Flutuante para 300m de comprimento e a área do muro de arrimo com aterro de 1m de altura e feito um novo Prédio para ser implantado um mini shopping.

Transporte aéreo

O Aeroporto Municipal está situado na zona urbana do município, a sudoeste da cidade, estando inserido na área de expansão do perímetro urbano. É de propriedade da Prefeitura Municipal, sendo por ela administrado. Atualmente, três empresas utilizam a área do Aeroporto Municipal; duas empresas de aviação agrícola e uma de instrução de voo. Durante todo o ano, apenas duas empresas aéreas realizam vôos diários para Parintins, a Trip Linhas Aéreas e a Amazonaves Táxi Aéreo. Durante o Festival Folclórico de Parintins, ocorrido geralmente nos meses de junho e julho, outras empresas aéreas estendem a abrangência à cidade, como a Gol Transportes Aéreos, Rico Linhas Aéreas, Total Linhas Aéreas, Manaus Aerotáxi, BRA e Varig, recentemente o aeroporto recebeu um voo emergencial de um Boing 737-700 cargueiro da empresa TAF, vindo de Salvador para Manaus, sendo que após cinco tentativas de pouso na capital devido ao tempo, não conseguindo e tendo suas asas e flaps danificados quando o piloto tentou arremeter na quinta tentativa chocou-se com árvores danificando a aeronave obrigando-o a vir para Parintins, que seria o aeroporto mais próximo e com extrutura para pouso, já que o combustível não daria para chegar até Santarém(PA) onde seria a aterrisagem, e posteriorment outro avião do mesmo modelo e um Búfalo da FAB pousaram para fazer os reparos e devidos procedimentos, mostrando a adequação que aeroporto tem para çouso de grandes aeronaves.

Educação

A cidade é um importante centro educacional de nível médio e superior do estado do Amazonas. A cidade possui um dos mini-campus do Instituto Federal do Amazonas (IFAM), que oferece cursos em diferentes níveis: ensino médio e ensino técnico.

Universidade públicas

No setor de educação e capacitamento profissional, o município, além de dispor de uma ampla rede de escolas (estaduais, municipais, confessionais e privadas), conta com um campus da Universidade do Estado do Amazonas e algumas faculdades privadas, com diversos cursos superiores ofertados. Dispõe ainda de unidades do SENAI, SENAC e SESI e, em função disso, os índices de alfabetização e capacitação profissional do municípios estão entre os mais altos de todo o Estado do Amazonas.

Cultura e sociedade

Culinária

Parintins abriga estabelecimentos que oferecem pratos típicos da culinária local. As receitas mais conhecidas utilizam peixes de água doce e carne de búfalo. Entre as mais populares estão o tambaqui moqueado, caldeirada de tucunaré com pirão, pirarucu assado, bolinhos de piracuí, peixe no tucupi, calderada de bodo, bodo assado e tacacá.

A gastronomia da ilha está baseada no peixe. Os mais apreciados são o curimatã, jaraqui, pirarucu, matrinchã, pescada, tambaqui, tucunaré, pacu, sardinha, bodó e tamuatá, que são servidos em muquecas, postas, bolinhos, assados, fritos e em caldeirada.

Música

Na música, os destaques de Parintins são: o boi-bumbá, o forró e o samba.

Religião

Tal qual a variedade cultural verificável em Parintins, são diversas as manifestações religiosas presentes na cidade. De acordo com o censo de 2000, a população de Parintins em sua maioria declarava-se católica.

População residente por religião (Censo 2000)

Festas populares

Artesanato

A cidade possui inúmeras feiras de artesanato caboclo e ameríndio nos meses de junho a outubro. As peças de artesanato são feitas, em sua maioria, por matérias-primas encontradas em vilas e comunidades próximas da cidade, como Vila Amazônia e Mocambo.

Os materiais usados são madeira, raízes de árvores, cipós, palhas, sementes, fibras naturais e penas artificiais. Grande parte desse artesanato é vendido e encotrado nas comunidades locais, nas feiras da cidade e no Bumbódromo.

Materias de exportação da cidade, como a juta, que foi trazida pelos japoneses, é usado para a fabricação de utensílios e acessórios usados por dançarinos durante o Festival Folclórico de Parintins. Além da juta, também é usado materiais feitos em palha, cuia, espigas e muitos outros materiais. O artesanato indígena é fabricado com penas e grande variedade de sementes que formam colares, brincos, cocares e outros tipos de adereços. As sementes usadas são de Açaí, cupuaçu, castanha e pupunha, todas frutas típicas da região. Miniaturas dos bois-bumbás Garantido e Caprichoso esculpidas em isopor e gesso são encontrados em várias lojas da cidade.

Comunicações

Telefonia

Parintins é servido pelo sistema de telefonia fixa através da operadora Oi (antiga TELEMAR). Na área rural e nos distritos do Mocambo, Caburi e Comunidade do Bom Socorro, Zé Açu e Vila Amazônia, existem centrais telefônicas. Em dezenas de comunidades rurais existe o sistema público com 1 terminal telefônico.

No sistema móvel (celular), Parintins é servido pelas operadoras: Tim, Oi, VIVO, Claro e Amazônia Celular.

Correios

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) mantém duas agências e três caixas coletoras na sede do município, prestando serviços postais convencionais e adicionais, mala-direta, encomenda, malote e serviços de utilidade pública.

Televisão

Na área de televisão existem as repetidoras da TV Em Tempo (SBT), da Band Amazonas (Band) e da TV Boas Novas Amazonas (Rede Boas Novas), e as geradoras TV Alvorada (Rede Vida e Canção Nova), TV Parintins (Globo) e TV A Crítica Parintins (Record), que além de retransmitirem em cadeia nacional realizam programas jornalísticos locais.

Estações de rádio

Parintins possui quatro emissoras de rádio, a Rádio Clube (Transamérica)que opera em amplitude modulada (AM), a Rádio Alvorada, que opera em AM e OM (ondas médias) e FM (freqüência modulada), Rádio Tiradentes, que opera em FM e a Radio Novo Tempo que opera também em FM, e ainda tem uma quinta FM a ser implantada brevemente aguardando apenas a liberação.

Jornais

Existem em circulação 5 periódicos: jornal Novo Horizonte, Jornal da Ilha, O Regional, A Folha do Povo e Em Tempo Parintins, além de diariamente chegarem jornais de Manaus.

Parintinenses ilustres

Cidades-irmãs

Cidades-irmãs é uma iniciativa do Núcleo das Relações Internacionais, que busca a integração entre a cidade e demais municípios nacionais e estrangeiros.

A integração entre os municípios é firmada por meio de convênios de cooperação, que têm o objetivo de assegurar a manutenção da paz entre os povos, baseada na fraternidade, felicidade, amizade e respeito recíproco entre as nações.

Lista das cidades irmãs de Parintins

Quem nasce em Parintins é parintinense
Fonte: Wikipédia
Previsão do tempo em Parintins/AM

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