| Município de Porto Nacional | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | {{{aniversário}}} | ||||
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| Fundação | 13 de julho de 1859 | ||||
| Gentílico | portuense | ||||
| Lema | A Capital Cultural do Tocantins | ||||
| Prefeito(a) | Tereza Martins (PDT) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Tocantins | ||||
| Mesorregião | Oriental do Tocantins IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Porto Nacional IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | {{{região_metropolitana}}} | ||||
| Municípios limítrofes | Norte: Miracema do Tocantins, Leste: Palmas, Monte do Carmo e Silvanópolis, Sul: Ipueiras, Brejinho de Nazaré, Fátima, Oeste: Oliveira de Fátima, Nova Rosalândia, Pugmil e Paraíso do Tocantins. | ||||
| Distância até a capital | 60 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 4.464,11 km² | ||||
| População | 46.722 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 10,56 hab./km² | ||||
| Altitude | 212 m | ||||
| Clima | Tropical | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,75 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 312.517.000,00 IBGE/2006 | ||||
| PIB per capita | R$ 6.629,00 IBGE/2006 | ||||
Porto Nacional é um município brasileiro do estado do Tocantins. Localiza-se a uma latitude 10º42'29" Sul e a uma longitude 48º25'02" Oeste.
Notável pelo potencial agropecuário, Porto Nacional vê no crescimento da capital Palmas, distante 63 km, uma oportunidade para movimentar o comércio local e permitir maior fluxo de capital no município.
Índice |
O primeiro núcleo de povoação surgiu no fim do século XVIII, ao fluxo dos bandeirantes, aventureiros portugueses, que, auxiliados pelo braço forte do escravo africano, embrenhavam pelos sertões do Brasil à procura de ouro. De fato, as usinas de ouro de Carmo e Pontal, atraíam os aventureiros lusitanos e mamelucos a ponto de levá-los a enfrentar as tribos e animais selvagens daquelas regiões desconhecidas.
Os índios Xerentes do Alto Tocantins se revoltaram contra os invasores e atacaram de surpresa o Arraial do Pontal, massacrando quase toda a população. Os sobreviventes do massacre ficaram à beira do Rio Tocantins, à margem direita, justamente no porto de passagem de transeuntes daquele arraial para o de Nossa Senhora do Carmo.
A navegação do Rio Tocantins foi um dos fatores que contribuiu, para o desenvolvimento acelerado daquele povoado. As grandes riquezas minerais eram levadas através do Rio Tocantins até Belém e, de lá, para as terras de Portugal.
Em 1835, foi criada, por determinação da Lei Providencial nº 14, de 23 de julho, a Paróquia de Nossa Senhora das Mercês, padroeira da cidade até hoje. A Sede Municipal só recebeu foros da Cidade por efeito da Resolução Providencial nº 333, de 13 de julho de 1961, com a denominação de Porto Imperial. Em virtude de Decreto Lei Estadual nº 21, de 7 de março de 1890, a cidade recebeu a denominação de Porto Nacional. Seu primeiro intendente foi o Tenente-Coronel Joaquim Alves da Silva, que governou até o ano de 1895.
Pela Bula “Apostolatus Officium”, do Papa Bento XV, de 20 de dezembro de 1915, desmembrada da então Diocese de Goiás. O 1º Bispo foi Dom Domingos Carrerot, OP, (1920-1923).
Pouco mais tarde, começava-se a desenvolver em Porto Nacional o sistema de transporte e comunicação, que estava muito ligado ao Rio Tocantins, ondes navegavam com botes impulsionados por remeiros ou vareiros. Somente em 1923, foi lançado nas águas do Tocantins o primeiro barco a vapor - a lancha Mercês. E motor somente na década de 40. No ano de 1929 os dois primeiros veículos - um caminhão e um carro - chegam ao município depois de meses de viagem, inclusive abrindo estradas. Eram conduzidos pelo Dr. Francisco Ayres da Silva, deputado e médico que lutava para a abertura de linha mais eficiente de comunicação.
A partir da década de 30, se desenvolve a ligação aérea feita pelo Correio Aéreo Nacional - CAN. Era a Rota do Tocantins que saia do Rio de Janeiro e chegava a Belém aterrisando nos aeroportos instalados por Lysias Rodrigues, entre eles Porto Nacional.
A imprensa portuense sempre foi muito atuante, desde o século XIX. Apresentado o cotidiano da cidade, prestando informações públicas e da vida social também eram arautos e porta vozes das reivindicações do norte do estado e defendiam ideias da divisão do estado. Como cidade mais importante do norte de Goiás, Porto Nacional sempre se destacou na política e na defesa dos interesses da região. O Manifesto Tocantinense, de 1956, por exemplo, consolida Porto Nacional como foco dos movimentos de emancipação.
Criado o Estado do Tocantins, em 1988, e definida a criação de uma nova capital, com a inspiração em Brasília, a cidade de Porto Nacional passa a ser, junto com Natividade e Arraias, uma das referências históricas mais importantes do Estado. Aqui estão plantadas as raízes do norte goiano.
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