Turvânia - Goiás - Informações sobre a cidade

Município de Turvânia
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Brasão desconhecido Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário
Fundação
Gentílico turvâniense
Lema
Prefeito(a) Jose Rodrigues
(2009 – 2012)
Localização

16° 36' 50" S 50° 08' 02" O16° 36' 50" S 50° 08' 02" O
Unidade federativa  Goiás
Mesorregião Centro Goiano IBGE/2008
Microrregião Anicuns IBGE/2008
Região metropolitana
Municípios limítrofes Nazário, Firminópolis e Palminópolis
Distância até a capital 96 km
Características geográficas
Área 472,346 km²
População 5.085 hab. est. IBGE/2009
Densidade 10,5 hab./km²
Altitude m
Clima
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,736 médio PNUD/2000
PIB R$ 44.159 mil IBGE/2005
PIB per capita R$ 8.873,00 IBGE/2005

Turvânia é um município brasileiro do estado de Goiás.

Índice

História

- História e Evolução - A história do Município de Turvânia inicia-se com o aparecimento dos primeiros habitantes, que se fixaram às margens do córrego poções, seus ranchos de pau-a-pique e cobertos com folhas de buritis. - As dificuldades eram predominantes naquele ano de 1930, a tristeza era absoluta; havia somente na época 03 (três) ranchos que pouco pareciam com habitações humanas. Com o passar dos tempos, novos habitantes foram chegando e ali estabelecendo, construindo seus ranchos e trabalhando a terra; a cada ano que passava as habitações, aquelas pequenas casas de madeira rústica construídas quase que uniformemente, iam tomando jeito de povoado; e para surpresa de muitos dez anos mais tarde, o pequeno povoado já contava com uma farmácia, onde os enfermos procuravam seu proprietário, Sr. João Bueno, para fazer seus medicamentos. Como não tinha um hospital nas proximidades, esta farmácia era tida como a salvadora da população,; tal farmácia funcionava precariamente em um ranchinho à beira do córrego poções. Já nesta época, algumas casas construídas de adobes e cobertas com telhas de barro começaram a aparecer. Junto com estas casas apareceram os primeiros botequins, onde a aguardente predominava. - Em 1943, aquele aglomerado de ranchos e palhoças passou a chamar-se poções, nome dado tendo em vista o córrego que o banhava denominar-se assim elevando-se a categoria de povoado da então Comarca de Anicuns. A elevação à categoria de povoado deu-se através da doação de uma gleba de terras, cuja área de aproximadamente 40 alqueires pelo Sr. Gregório Vieira da Cunha á Igreja Católica Apostólica Romana, que foi construída rusticamente com madeiras e folhas de buritis, neste mesmo ano. Todavia as dificuldades ainda perduraram; a falta de medicamentos; a não existência de estradas de rodagem, faziam com que os homens abrissem picadas entre as matas para alcançar as cidades mais próximas. A epidemia de maleita matava muito; a falta de transportes fazia com que os enfermos mais graves fossem levados em bangüês até a cidade de Nazário à cata de medicamentos, cujo percurso a pé durava dois dias. - A falta de casa de detenção fazia com que os desordeiros, criminosos e ladrões fossem amarrados e presos no tronco de uma árvore denominada capitão, que existia ao lado da igreja. A fauna era rica e variada, tanto que muitas vezes manadas de antas e capivaras destruíam a lavoura; manadas de emas, galheiros e servos pastavam pelos campos; os queixadas roncavam; e os mutuns entristeciam o por do sol com seu gorjear; e o famoso Rio Turvo transbordava com tantos peixes das variadas espécies. - Os anos se passaram, o povoado poções cresceu e progrediu. Seus habitantes trabalharam, lutaram e enfrentaram o mato e as doenças, progredindo e evoluindo a cada nascer do sol; a cada dia que passava, a cada minuto que corria, mais amavam este pedaço de terra e com o amor, crescia também o sentimento da liberdade, a sua vontade de ter um líder, um representante legal que zelasse pelo povo e pelo povoado, precisavam de um PREFEITO. Mas como desvincular-se de sua Comarca, se os elos que os uniam eram difíceis de se desfazer? - Os bravos políticos da época, inteligentes e astutos como eram, decidiram que lutariam democraticamente para que o povoado, de Poções fosse chamado de Cidade, que tivesse sua emancipação política, que o seu povo teriam seu próprio município. Lutaram, lutaram muito, e para alegria de todos, no dia 14 de Novembro de 1958, por força da Lei Estadual nº 2.112, o povoado foi elevado à categoria de Município passando a denominar-se TURVÂNIA. O nome Turvânia foi dado em função do rio Turvo. - Após o sancionamento da referida Lei, foi nomeado o seu primeiro Prefeito Municipal, o Sr. Herculino Gomes Arantes, homem de grande estima e largas posses, filho daquela abençoada região. - E as coisas foram acontecendo espontaneamente, e junto o progresso também corria. Várias melhoramentos foram adquiridos, todavia uma coisa ainda nos prendia ao município a que pertencíamos. Todos os atos da justiça pública ainda era desenrolado em Anicuns. Daí a decisão de trazermos para cá a nossa Comarca e isso foi possível através da Lei Estadual nº 7.250, publicada no D.O.E. nº 10.676 elevando Turvânia a Comarca, sendo instalado no dia 22 de março de 1970, sendo seu primeiro juiz o Dr. Aluízio Ataíde de Souza, o qual assumia por 10 (dez) anos o Poder Judiciário, sendo promovido para Capital. No rol dos batalhadores pela criação e desenvolvimento do município de Turvânia, destacamos: Gregório Vieira da Cunha, Herculino Gomes Arantes, Manoel Hilário dos Santos, Emiliano Pereira Nunes, Petrônio Francisco Cabral, João Mariano da Silva, Caleb de Melo, Paulo de Carvalho e outros. Graças a esses eméritos trabalhadores, Turvânia hoje se apresenta as mais profícuas e progressistas comunas da chamada região do Mato Grosso Goiano, seleiro gigantesco de uma grande fonte de diversas.

Autor: Wanderlan Mariano - TÜ®MÅÑÎÅ.¢öm -

Geografia

Sua população estimada em 2008 era de 5.093 habitantes.

Quem nasce em Turvânia é turvâniense
Fonte: Wikipédia
Previsão do tempo em Turvânia/GO

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